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Fisioterapia no Pós Prostatectomia Radical: Reabilitação de Edemas nas Pernas e Região Genital
O inchaço após uma prostatectomia radical pode assustar. Quando aparece nas pernas, no púbis, no pênis ou no escroto, ele não causa apenas desconforto físico. Também interfere na mobilidade, na higiene, no sono, na autoestima e na retomada das atividades do dia a dia. A fisioterapia tem um papel importante nesse processo. Ela ajuda a controlar edemas, orientar movimentos seguros, estimular a circulação linfática e prevenir complicações. O cuidado deve ser individualizado, sem
Denise Oliveira
4 de out.5 min de leitura
💪 Exercício e Câncer de Mama: Como a Fisioterapia Pode Ajudar na Recuperação
O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres. Graças ao diagnóstico precoce e aos avanços no tratamento, a taxa de sobrevivência tem aumentado bastante. Porém, muitas mulheres que passam pela cirurgia enfrentam desafios no dia a dia, como dor, linfedema (inchaço no braço) e dificuldade de movimentar o ombro . E é aí que o exercício entra como um grande aliado na recuperação. 🌸 Como o exercício ajuda? Um estudo recente mostrou que diferentes tipos de exer
Denise Oliveira
28 de out. de 20252 min de leitura
Como a Fisioterapia Pode Ajudar na Recuperação da Síndrome do Cordão Axilar
Após uma cirurgia de câncer de mama, algumas mulheres desenvolvem um efeito colateral chamado síndrome do cordão axilar . Esse problema acontece quando surge um “cordão” doloroso e visível na axila ou no braço, que limita os movimentos do ombro, dificulta as atividades do dia a dia e pode até atrasar o início de tratamentos como quimioterapia e radioterapia. Mas a boa notícia é que a fisioterapia tem um papel fundamental na recuperação ! 🙌 O que a ciência descobriu? Pesqui
Denise Oliveira
28 de out. de 20251 min de leitura
💪 Exercício e Câncer de Mama: Como a Atividade Física Pode Transformar a Recuperação
O câncer de mama é uma das doenças mais comuns entre as mulheres. Além do impacto do diagnóstico e do tratamento, muitos pacientes enfrentam efeitos colaterais como cansaço intenso (fadiga) , perda de força, redução da capacidade física e queda na qualidade de vida . Mas uma boa notícia vem da ciência: o exercício físico pode ser um grande aliado no tratamento e na recuperação . O que os pesquisadores descobriram? Uma revisão científica recente analisou 22 estudos clínicos
Denise Oliveira
28 de out. de 20252 min de leitura
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